Este livro não trata de histórias surreais, de personagens
fictícios ou acontecimentos imaginários. Trata-se de um livro que evoca um
assunto que a nossa sociedade encara com certo preconceito ou medo, que é
o que vulgarmente chamamos de “morte”.
Nesta obra, a sensitiva Zibia Gasparetto nos explica e esclarece os misteriosos
fatos do pós-vida, do sobrenatural, de tudo aquilo que nós, seres humanos, tanto tememos
sem ter motivos.
O livro reúne vários relatos de pessoas que tiveram a interferência de
desencarnados em suas vidas, e que assim, mudaram seu rumo e sua maneira de pensar. Após cada relato, a autora explica detalhadamente como cada fato ocorreu.
Segundo o livro, espíritos não são monstros, demônios, ou coisas do gênero. São seres humanos como qualquer pessoa. Afinal, seres humanos nada mais são do que um amontoado de emoções,
desejos, medos, sentimentos. E os desencarnados são esse conjunto de atributos
fora do seu recipiente carnal.
Muitos médiuns desinformados não aceitam ter essa ligação com o mundo espiritual, e por medo ou descrença, não procuram ajuda para tratar de tal dom. O fato é que não somente o mundo evolui, mas nossa espécie também. E não evoluímos somente com aquilo que é material, com tantas tecnologias.
Avançamos nossa maneira de pensar, nossos sentimentos, e principalmente, nossos
sentidos. Lentamente, as pessoas mais novas neste mundo vem chegando com uma ligação
ainda maior com o sobrenatural, e especialistas acreditam que num futuro não muito
distante, estaremos em plena sintonia com aqueles que “já se foram”. Dividimos o mesmo
espaço com aqueles sem seu corpo carnal, mas nem todos temos a capacidade de percebe-los. E é aí que surge o tal receio com a “morte”. Pois se desencarnados são seres humanos, entre eles também existem os bons e os ruins. E estes indivíduos que possuem mediunidade mas não possuem conhecimento para administrar esse talento,não são capazes de compreender o que os espíritos querem dizer. Interpretam de maneira errada, e vão passando de boca em boca aquilo que compreenderam (ou não). É um fato que assombra nossa sociedade desde os tempos antigos. É um tabu que deve ser rompido com urgência, mas que ninguém dá o merecido valor.
Este era e é meu pensamento sobre o assunto, são conclusões que tirei após
tanto estudar todos os caminhos ligados a isto. E talvez seja por esse fato que eu tenha me identificado tanto com o livro, por ele acompanhar minha linha de raciocínio, e ainda me esclarecer certos tópicos que eu ainda não tinha conhecimento.
Juliano Cabral
Verdade seja dita que não sou ninguém para julgar coisas, mas definições de ficção e realidade devem ser feitas por ambos os olhos de um ateu(eu) e um religioso(Juliano).
ResponderExcluirAnalisemos desta forma:
-> O livro lido, segundo Juliano é baseado em fatos reais, sem ficção. Baseando-me no que ele escreveu (e em minha "não-fé"), eu diria que espíritos são fictícios e experiências mediúnicas pura baboseira. Mas devo ressaltar que respeito a opinião dele, embora, simplesmente não concordo com ele.
-> Adeptos do espiritismo (que não são poucos no Brasil) dão devida importância à mediunidade, e digo isso convictamente, pois minha mãe e vó materna são espíritas e minha mãe, de tempos em tempos, tem uma ou duas experiências mediúnicas.
-> O livro deve ser ótimo para quem possui fé. Honesto serei: não possuo uma. Mas embora a síntese tenha ficado ótima, por motivos de fé eu não me interessei pelo livro.
REPITO: QUALQUER COMENTÉRIO QUE EU TENHA FEITO, FEZ VOCÊ SE SENTIR OFENDIDO, ME DESCULPE, NÃO FOI A INTENCÃO.
OU VOCÊ ACHA QUE EU ESTEJA ERRADO NO QUE EU DISSE, TENTE VER MEU PONTO DE VISTA CONTEXTUALIZANDO-O.
Oieoeioeioeioeioeio, tudo bem manolo. Não fiquei ofendido. O fato é que assim como você não é ninguém pra julgar as coisas, eu também não sou. Eu prego essas coisas porque foi o que me ensinaram, e por volta e meia eu viver experiências relacionadas ao assunto. E se não houver quem discordar, não vai haver graça. Afinal, não faz sentido perder tempo discutindo sobre aquilo que é xoxo, sem algo que realmente nos faça parar pra pensar e analisar. E quanto a me sentir ofendido, nada daquilo ali me fez sentir se quer acanhado. É a tua opinião, tu não é obrigado a concordar comigo. O que poderia me deixar não ofendido, mas talvez um pouco receioso, é a questão de tu achar que pelo fato de eu ter minha fé e minhas crenças, eu ser aquele maluco fanático pela religião, que não aceita que as outras pessoas não tem o dever de crer nas mesmas idéias que ele crê.
ResponderExcluirEntão é isso, só pra responder o Mauro e dizer que comentei \o> eoieoieoieoieoe.
Bom, se eu dei a falsa impressão que, achava que és um fanatico religioso, terei de rever as minhas palavras. Novamente não foi minha intenção.
ResponderExcluirMas que bom que você, assim como eu, adora um pouco de contradições em definições e mesmo assim aceita a opinião adversária, sem perder o espírito esportivo.
Até mais.